Resolver Problemas

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MASP – Método Analise e Solução Problemas

MASP (Método de Análise e Solução de Problemas)

A metodologia 8D, cujo nome se origina do inglês 8 DO – ou seja, 8 ações
É uma forma sistemática de aplicação de várias ferramentas da Qualidade.
Ela complementa e integra essas ferramentas, potencializando seu alcance.

8 AÇÕES PARA A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

1 – Formar uma equipe

A formação da equipe que irá tratar o problema deve levar em conta as competências de cada um.
Porque eles vão usar seus conhecimentos para encontrar a causa e a solução mais adequada para uma Não Conformidade.

Como os problemas não são iguais
A equipe que vai tratar de cada um também não precisa ser sempre a mesma.

Não esqueça de definir um líder para conduzir o processo!

2 – Descrever o problema

Do quê afinal estamos a falar?
É importante que toda a equipe tenha um bom entendimento sobre o problema tratado:
Onde ocorreu
Como se manifestou,
Qual o tamanho do estrago…

Toda informação é bem vinda nessa hora!
E só depois que não houver mais dúvidas sobre o que ocorrência do problema é que se passa para o próximo passo.

3 – Ação imediata

Claro que ninguém quer conviver com um problema…
Mas a solução definitiva dele pode levar algum tempo.
Por isso, nesse momento devem ser tomadas ações de contenção ou correção;
Que vão proteger os interessados (processo ou cliente) dos efeitos do problema.

É como um torniquete, que funciona para estancar uma ferida.
Mas não é a solução definitiva para o ferimento.
Fique atento durante essa fase, pois ela pode até dar pistas da solução definitiva!
Supervisionar das ações imediatas é muito importante. 

4 – Procurar as causas

Aqui começa o trabalho investigativo.
Cada provável causa deve ser analisada.
Até que entrem num consenso sobre qual é a mais provável, a causa raiz do problema.

É uma fase em que todos aprendem muito sobre os mecanismos das causas.
E todas as sugestões devem ser consideradas.
Cada membro da equipe contribui com sua visão do problema e possíveis ações corretivas podem ser identificadas.
Uma delas será a arma eficaz para matar o problema!

5 – Verificar as ações corretivas

As melhores ações corretivas propostas no passo 4 devem ser testadas na prática para confirmar se resolvem o problema sem trazer consequências inesperadas ou indesejadas, como um custo elevado no processo, criação de um gargalo, etc… Se for preciso, voltamos à prancheta e refazemos o passo 4.

6 – Implementar ações corretivas

Definidas as ações que realmente eliminam o problema, é hora de implementá-las de forma permanente.
É aqui que a solução é oficializada.
Para garantir, convém acompanhar o desempenho do processo por mais um tempo e estabelecer os controles necessários para garantir sua eficácia.

7 – Prevenir reincidências

Quando um problema é solucionado consequentemente ocorrem mudanças na rotina.
Se essas mudanças não forem bem tratadas, corremos o risco de ter nosso velho “amigo” aparecendo de novo…
Aqui é o momento de mudar procedimentos, especificações e IT´s, fazer treinamentos para fixar a nova forma adotada de trabalho, conscientizar os envolvidos.

8 – Comemorar!!!

Pensa que é brincadeira?
A ação final do processo 8D realmente é essa, afinal tanto trabalho deve ser reconhecido!
Felicitar a equipe é função do líder e dos superiores, e o resultado obtido deve ser divulgado a todos.
Isso incentiva as pessoas a participarem de futuros processos e dissemina o conhecimento na organização.

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4 Temperamentos Humanos

DOMINÂNCIA CEREBRAL na GESTÃO de CONFLITOS


William Edward “Ned” Herrmann
Foi um dos pioneiros na exploração da compreensão do cérebro como um sistema de quatro quadrantes.

Segundo Ned Herrmann, as pessoas possuem quatro estilos comportamentais básicos.
Em geral, existe a dominância de um deles, apesar de todos terem um pouco de cada.

O estilo de dominância influencia as formas de pensamento e comportamento.

Energias (forças) Racionais vs Emocionais

Em seus estudos, concluiu que o equilíbrio das energias (forças) racionais e emocionais é altamente contributivo para a execução das tarefas profissionais e pessoais.

Ele dividiu o cérebro não apenas em lado esquerdo e lado direito.
Mas também estudou o efeito da dominância superior e inferior.

Assim, surgiram os quatro estilos de dominância cerebral.

Esses estilos caracterizam nossos impulsos e habilidades para atividades do dia-a-dia, influenciando nossa criatividade, energia emocional, trabalho em equipe, iniciativa e desempenho nas negociações.

Saiba que não existe um estilo melhor ou mais eficaz do que o outro!!

É recomendado para a formação de uma equipe de alto desempenho que haja representatividade de dominância de todos os estilos.

Todos devem de ter consciência das:
Suas características pessoais
– Das características dos outros do team
Porque isso auxiliará bastante na gestão dos conflitos naturais decorrentes destas diferenças.

DOMINÂNCIA CEREBRAL

A DOMINÂNCIA CEREBRAL separa as pessoas de acordo com as áreas do cérebro, classificando-as como:
Analíticas (A)               – ANALISA os fatos – trata-os de forma lógica e racional.
Controladoras (B)     – VISUALIZA os “fatos” – trata-os de forma intuitiva e holística.
Relacionais (C)           – ORGANIZA os fatos – trata os detalhes de forma realista e cronológica.
Experimentais (D)   – SENTE os “fatos” – trata-os de forma expressiva e interpessoal.

A- Características do analítico

Analisa, quantifica, é lógico, é crítico, é realista, gosta de números, entende de dinheiro, sabe como as coisas funcionam.

B- Características do controlador

Toma providências, estabelece procedimentos, faz acontecer, é confiável, organiza, é arrumado, é pontual, planeja.

C- Características do relacional

É curioso, brinca, é sensível com os outros, gosta de ensinar, toca muito as pessoas, gosta de apoiar, é expressivo, é emocional, fala muito.

D- Características do experimental

Sintetiza, intuitivo, imagina, especula, corre riscos, é impetuoso, quebra regras, gosta de surpresas.

A Personalidade Humana é composta por 2 partes:

1- Genética, já nasce connosco.
2- Moldada pelo Meio em que vivemos, Experiências de vida, Relacionamentos e traumas.

A teoria dos Temperamentos trata da parte genética da nossa personalidade.

Teoria dos Temperamentos

Na Liderança é fundamental conhecermos o nosso próprio temperamento e dos outros, para podermos:
– Canalizar positivamente as nossas atitudes advindas do temperamento
– Fortalecer as nossas qualidades.

Obviamente, não existe temperamento melhor ou pior, mas sim diferente.
Importante, é ter a habilidade de saber identificar essas características nas pessoas (e em si próprio).

Personalidade

(Vem da palavra latina persona).
É sua identidade em relação ao que os outros pensam a seu respeito, que muitas vezes não representa o que você é.

Caráter

(Vem de um verbo grego que significa Gravar).
É tudo aquilo que você é na sua intimidade e ninguém sabe. 
São atitudes repetidas diariamente que determinam e moldam o caráter.

São os HÁBITOS

Temperamento

(Vem do latim ‘temperamentum’, que significa ‘uma mistura de proporções’).
É o “tempero” de cada um, aponta preferências, gostos e disposições.
É uma predisposição que forma a base de nossas tendências naturais: pensar, sentir, desejar e agir.

São as INCLINAÇÕES

4 TIPOS DE TEMPERAMENTOS

Que interferem na maneira das pessoas agirem e reagirem nos seus relacionamentos e acontecimentos de um modo geral:               Sanguíneo,      Colérico,         Fleumático,     Melancólico.

Cada um deles possui pontos fortes e pontos fracos.
Podemos identificar mais do que um por pessoa, mas um deles é sempre o dominante.

TEMPERAMENTO SANGUÍNEO

Qualidades
Comunicativo, extrovertida, muito expressiva, eufórico, animada, entusiasta, amigável, simpático, conversador, cordial, amigável, agradável e compreensivo.

É expressivo nas suas ações e palavras e entusiasta em tudo o que faz.
O sanguíneo é aquele que fala antes de pensar.
Com seu espírito descontraído e encanto, pode ser chamado de o temperamento que “aproveita” a vida.
Tem uma personalidade calorosa, vivaz e, corretamente por vezes o chamam de “alma da festa”.
É o tipo de pessoa que numa reunião toma conta das conversas.
Se há um grupo de pessoas reunidas e rindo, com certeza tem um sanguíneo a falar. 

Pontos críticos
É emocionalmente instável e indisciplinado.
Está muito focado em si mesmo, sendo exagerado nas suas atitudes e muitas vezes improdutivo.
O sanguíneo é aquele que se ira com facilidade e pega logo fogo; é impulsivo.

Resumindo
É sempre cordial, eufórico e vigoroso.

TEMPERAMENTO COLÉRICO

Qualidades
Enérgico, extrovertido, visionário, independente, otimista, prático, eficiente, produtivo, decidido, líder, audacioso, autosuficiente e autoconfiante.

A principal qualidade do colérico é a força de vontade.
O colérico é chamado o temperamento mais ativo porque é aquele que mais produz.
É o tipo de pessoa que resolve as coisas, que transforma ideias em fatos reais.
Toma atitude definida diante dos problemas.

Defeitos
Dominador, insensível, vingativo, cruel e sarcástico, iracundo, impaciente, intolerante, vaidoso, auto suficiente, insensível.
O nome colérico vem de cólera, que é o impulso violento contra o que nos ofende, fere ou indigna, ira.
O colérico é propenso à cólera, cheio de cólera, irado, atacado de cólera.

Resumindo
É ardente, vivaz, ativo, prático e voluntarioso.

TEMPERAMENTO MELANCÓLICO

Qualidades
Habilidoso, talentoso, minucioso, sensível, perfeccionista, muito leal, dedicado, autodisciplinado, com grande sentido estético, pensamento analítico e está sempre disposto a auto sacrificar-se.

O temperamento melancólico é aquele que sofre de melancolia que é um estado mórbido de tristeza e depressão, pesar.
O melancólico esconde-se dos outros, não se mistura, gosta de andar só.
É voltado para si mesmo, e, às vezes, pensamos nele como o que possui o temperamento “sofredor”, pois é muito exigente consigo mesmo, através de uma constante autoanálise.

Ele é uma pessoa naturalmente sombria, tristonho e pessimista, entretanto é muito bem dotado e com tendências para gênio.

Defeitos
Mau humor, pessimismo e espírito altamente crítico e egoísta, inflexível, antissocial, inseguro e muito sensível ás emoções.

Resumindo
É analítico, abnegado, bem dotado e perfeccionista.

TEMPERAMENTO FLEUMÁTICO

Qualidades
De natureza é calmo, tranquilo, digno de confiança e cumpridor de deveres, eficiente e organizado, conservador, pratico, objetivo, líder, diplomata, bem-humorado, nunca se perturba ou fica irado.

É organizado, prático e objetivo.
Possui um espírito de humor inabalável, tímido mas aprecia o convívio social.

Defeitos
Calculista, temeroso, teimoso, indeciso, contemplativo, desconfiado, pretensioso, introvertido, desligado, desatento e desmotivado.
O nome fleumático vem de fleuma, que quer dizer frieza de ânimo, impassibilidade.

Resumindo
É calmo, frio e bem equilibrado, raramente explode em riso ou raiva.
Tem uma tranquilidade singular que lhe confere um temperamento de fácil relacionamento, manso e bem equilibrado. Sempre evita a violência e nunca parece estar agitado.

HISTÓRIA ILUSTRATIVA DOS 4 TEMPERAMENTOS

Os quatro temperamentos foram amarrados dentro de um saco.
Depois de tanta luta, lá conseguiram sair.
O primeiro foi o Colérico cheio de ira, querendo saber quem tinha feito isso com ele (todo cheio de razão).
O segundo foi o Melancólico todo cabisbaixo achando que o culpado de todos estarem presos era ele (sempre se culpando).
Logo atrás vem o Sanguíneo todo espevitado, cantando e dançando dando graças a Deus por estar solto.
Por último o Fleumático quando saiu logo viu o saco no chão e pensou com ele mesmo porque não?
Ajeitou o saco, deitou-se e dormiu.

Temperamentos x Liderança

Todo temperamento é influenciado pelo caráter, personalidade e comportamento de cada indivíduo.
É bastante comum termos um temperamento dominante e um secundário.

O correto desenvolvimento de uma pessoa deve passar pelo:
– Aperfeiçoamento das características positivas de seu temperamento
– Luta constante por vencer seus pontos críticos.

O líder deve de possuir este conhecimento a fim de aplicá-lo no seu dia-a-dia para:
– Enfatizar as qualidades peculiares de cada um.
– Auxiliar em alguma fraqueza que se queira melhorar.

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7 Motivos de Abandono de Funcionários

7 PRINCIPAIS MOTIVOS QUE LEVAM OS MELHORES FUNCIONÁRIOS A SAIR

As melhores empresas, são as que conseguem conquistar (i.e., manter) os seus melhores colaboradores. 

Perder um bom funcionário é terrível:
– Há a despesa da procura de um substituto, da sua formação e integração.
– Há a incerteza – se o novo colaborador vai encontrar o seu espaço.
– Há as dificuldades enfrentadas pelo resto da equipa até a posição ser preenchida.

Por vezes há um motivo sólido para a saída:
– A pessoa não se enquadrava com os restantes colegas.
– Ou saiu da empresa por razões pessoais.
– Ou teve uma oportunidade irrecusável.

7 principais motivos que levam os melhores funcionários a sair

1 – Estagnação

As pessoas não gostam da estagnação
Ninguém quer estar preso a uma rotina, onde irá estar 20/40 anos a fazer sempre a mesma coisa/lugar.
As pessoas querem sentir que estão a avançar e a crescer na sua vida profissional.

Querem ter algo a que possam aspirar
Se a organização não proporciona nenhuma:
– Forma de avançar na carreira
– Uma estrutura para progredir
Eles sabem que será necessário procurá-la noutro lugar.

Nesse meio tempo
São mais propensos a sentirem-se desmotivados, infelizes e ressentidos – o que afeta o desempenho e a motivação de toda a equipa.

2 – Excesso de trabalho

Nada queima os colaboradores mais rápido que o excesso de trabalho.
E muitas vezes são os melhores funcionários – os mais capazes e envolvidos, aqueles em quem o líder mais confia – que são mais sobrecarregados.

Excesso de Trabalho “exige” Compensações
Estes trabalhadores se veem a assumir cada vez mais e mais trabalho, com ausência de reconhecimento como promoções e aumentos, começam a sentir que estão a aproveitar-se do seu trabalho.

E quem pode culpá-los?
O líder, no lugar deles, sentiria o mesmo.

3 – Visão vaga


Não há nada mais frustrante que um local de trabalho preenchido com grandes visões e sonhos, mas sem qualquer tradução dessas aspirações para objetivos estratégicos que as tornem viáveis.

Sem esta ligação, trata-se apenas de… conversa.
Qual é o funcionário talentoso que quer gastar o seu tempo e energia a apoiar algo indefinido?
As pessoas gostam de saber que estão a trabalhar para criar algo de concreto.

4 – Lucro sobrepor-se às pessoas


Quando uma organização valoriza mais os resultados que as pessoas, as melhores acabam por ir para outro lugar, deixando para trás as medíocres ou demasiado apáticas para encontrar uma posição melhor.
O resultado é uma cultura de baixo desempenho, baixa motivação, e até com questões disciplinares.

Claro que aspetos como o lucro, os resultados, agradar aos interessados e a produtividade são importantes – mas, em última análise, o sucesso depende de quem faz o trabalho.

5 – Falta de reconhecimento


Até as pessoas mais altruístas querem ser reconhecidas e recompensadas por um trabalho bem feito.
Quando o líder deixa de reconhecer os funcionários não só está a desmotivá-los como a perder a maneira mais eficaz de reforçar o excelente desempenho.

Mesmo que não tenha o orçamento para aumentos ou bónus, há muitas formas low cost de reconhecer os seus colaboradores – e uma palavra de apreço é gratuita.
As pessoas que não se sentem valorizadas deixam de se importar.  


6 – Falta de confiança


Os seus funcionários estão numa excelente posição para observarem o seu comportamento e equipará-lo com aquilo a que se compromete.

Se vêem que lida de forma pouco ética com os fornecedores, ludibria os interessados, engana os clientes, ou não mantém a sua palavra, os melhores e mais íntegros vão acabar por deixar a empresa.
Os restantes, os piores, vão ficar para trás e seguir o mesmo tipo de liderança. 


7 – Hierarquia excessiva


Todos os locais de trabalho precisam de estrutura e de liderança, mas a hierarquia demasiado rígida deixa os trabalhadores infelizes.

Se os seus melhores colaboradores sabem que não se espera que contribuam com ideias, que não têm luz verde para tomar decisões, e têm de esperar constantemente pelo input de outros com base nos seus cargos em vez de na sua experiência, acabam por ter muito pouco para se sentirem satisfeitos.

 

RESUMOE
m última análise, muitas das pessoas que deixam os seus trabalhos fazem-no por causa do chefe, não do trabalho em si ou da organização.

Assim, enquanto líder, analise o que pode estar a fazer para afastar os seus melhores funcionários, e comece a fazer as mudanças de que precisa para os manter.

 

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Crise Gera Oportunidade

CRISE GERA OPORTUNIDADES

Oportunidades

CRISE GERA OPORTUNIDADES

Em tempos de crise e de problemas não é altura de esmorecer e ficar afectado por tudo o que passa…
É altura de planear as vitórias que aí veem!

Tempos de crise dão origem a novas oportunidades

Numa crise econômica, você precisa manter seus recursos de modo que o seu projeto sobreviver.
No entanto, também precisa posicionar-se para estar pronto quando a economia se recuperar.

Numa economia em declínio é sempre uma oportunidade para se reagrupar, repensar e renovar.
Tire proveito da Crise através das novas oportunidades.

1- Agregue Valor

Aumente a sua participação de mercado e melhore a sua performance comercial:
– Ouvindo os seus clientes
– Procure forma de inovar sem ter que aumentar os custos
– Ganhe os clientes INSATISFEITOS com os produtos/serviços que estão no mercado

2- Seja Visionário

Os líderes com visão, energia, paixão, entusiasmo e um compromisso real com sua equipe,
são os principais impulsionadores do crescimento económico.

Mantenha-se FOCADO sobre os grandes alvos e projetos
Nem todo o trabalho interessa.

Mantenha-se ATENTO ás características dos seus negócios e produtos
Evite “distrair-se” com pequenos problemas que nada acrescentam à sua gestão.

3- Use as exigências do mercado para criar um modelo de negócio mais forte

Melhorar é sempre possível
Procure negócios mais favoráveis com os fornecedores, parceiros e/ou clientes, de modo a continuar a ter vantagens depois de a economia se recuperar.

4- Aproveite a oportunidade para cortar custos

Incentive a consciência de custos dentro de sua equipe ou organização.
Tempos de Crise é um ótimo momento para fazer isso.
Porque as pessoas entendem e estão mais dispostas a cortar custos desnecessários.

5- Implemente um plano de melhoria contínua

Olhe para seus sistemas e processos para encontrar oportunidades de melhorar a eficiência.
Lidere o caminho na construção de uma cultura de melhoria contínua.
Todas as ideias são válidas para encontrar novas soluções, produtos e técnicas que permitam minimizar despesas e maximizar lucros.

6- Comprometa-se com seu pessoal

Mensagens negativas são muito comuns durante as crises.
As pessoas estão a perder empregos, as taxas de desemprego estão a subir, as falências a aumentar.

Isso enfraquecer a moral;
No local de trabalho e na sociedade como um todo.
Criar distração e pânico, prejudicando seriamente a produtividade.
Não tem que ser assim.
Não abandone o seu pessoal.

Use este tempo para:
– Reforçar o quão importante eles são
– Desenvolver as habilidades que eles precisam para ajudar a empresa a sobreviver.

7- Invista tempo em treinamento da sua equipe de liderança

Liderança é a chave para o sucesso.
Quanto mais líderes eficazes que você tem, melhor para será para si!
Aproveite tempos mais “parados” para treinar lideres e desenvolver novas competências para conseguir novos negócios/projectos.

8- Retenha os seus melhores funcionários

Parte de uma boa liderança é manter os custos sob controle.
No entanto, os lucros são feitas pelo seu “staff”.
Nesta altura não pode “matar a galinha” sem prejudicar a produção de “ovos”.

Faça todos os esforços para reter os membros “mais importantes” da sua equipe.
Trate-os com dignidade e respeito
Explique que quando os tempos melhorarem também eles terão “melhorias”…

9- Cuide de si mesmo

Respeite-se a si mesmo!
Você tem que ser um líder que “garanta” a confiança dos que o rodeiam: Família e equipa de trabalho!
Para isso descanse bastante para manter-se fresco.
E gerência as suas emoções para manter a sua saúde, criatividade e autoconfiança elevada.

Pontos-chave

Liderança durante crises tem seus desafios.
Esses desafios podem fazer toda a diferença quando a economia está forte.

Os líderes e gestores devem:
– Manter um olhar atento nos seus negócios
– Preparem-se para a recuperação dos mercados
– Manter a sua equipa motivada e unida
– Gerir o projeto mantendo o entusiasmo e energia
– Permanecer positivo
– Apoiar a equipa
– Procurar novas oportunidades de negócio

Conclusão
O bom gestor garante a sobrevivência da sua empresa, em tempos de dificuldade.
Mas o grande líder faz com que durante esses tempos sejam desenvolvidas valências para crescer quando a crise passa!

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Resolução de Problemas

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

Pontos

Procure ser melhor

Resumo

A resolução de problemas só existe porque temos a capacidade de analisar as causas e efeitos do nosso próprio comportamento

Resolução de problemas é um processo em que há o esforço deliberado de uma ou mais pessoas para resolver um assunto difícil ou controverso que precisa ser superado.

Temas

Quer ser Valorizado e bem Sucedido? Resolva Problemas e não Conformidades. (VIDEOS)
5 Métodos diferentes para se resolver um problema
Resiliência é a capacidade de ter conduta sã em meio ao caos
MASP - 8 passos para a resolução de problemas.
Tempos de Crise sempre dão origem a novas oportunidades.
Conheça os 7 principais motivos que levam os colaboradores a sair.
A teoria dos Temperamentos trata da parte genética da nossa personalidade.  

Resultados:

O objetivo ao falar disto não é espalhar o pessimismo, mas sim mostrar que não adianta negar a realidade.

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